terça-feira, 14 de setembro de 2010

São cosme e São Damião




São Cosme e São Damião eram irmãos gêmeos e nasceram na Arábia por volta do século III, em meio a uma nobre família. Estudaram medicina na Síria, e depois foram para Egéia. Circunstâncias desconhecidas os colocaram em contato com o Cristianismo e se tornaram animados discípulos de Cristo.

Aproveitando da sua arte médica, mas confiando muito mais no poder da oração e na confiança em Deus, os dois irmãos continuavam a exercer a medicina, conseguindo êxito extraordinário. Não recebiam pagamento por seus serviços médicos - daí serem chamados "anárgiros", ou seja, que "não são comprados por dinheiro" - porque seu objetivo principal era a conversão dos pagãos à fé cristã. De fato, conseguiram deitar a semente cristã em muitos corações e numerosas foram as conversões.

Assim viveram alguns anos como médicos e missionários na Ásia Menor. No entanto, esta atividade devia chamar a atenção das autoridades, ainda mais que tinha estourado a terrível perseguição do Imperador Diocleciano contra os cristãos, por volta do ano 300. O Governo Imperial, então, ordenou a prisão dos dois médicos, sob acusação de inimigos dos deuses pagãos.

Perante o tribunal, o governador os interpelou sobre sua pátria e religião. Acusados de se entregarem a feitiçarias e usar meios diabólicos para disfarçar as próprias curas, eles responderam: "Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo e pelo seu poder". "É preciso que adoreis os deuses, sob pena de cruel tortura", disse o governador. Ao que eles responderam: "Teus deuses não têm poder algum; nós adoramos o Criador do Céu e da Terra !"

Como se recusassem a renunciar a seus princípios religiosos, o governador mandou aplicar-lhes tormentos bárbaros. Vendo, porém, que estes processos eram inúteis, deu ordem para que fossem decapitados. Cosme e Damião morreram mártires em 303, na Egéia.

Seus restos mortais foram transportados para Cira, na Síria, e depositados numa igreja a eles consagrada. Uma parte das relíquias foi levada, no século VI, à Roma, e depositada na igreja que adotou o nome dos santos. Outra parte foi guardada no altar-mor da igreja de São Miguel, em Munique, na Baviera. Os santos gêmeos são cultuados em toda a Europa, especialmente Itália, França, Espanha e Portugal. No Brasil, em 1530 construiu-se uma igreja em Igaraçu PE, em honra aos santos Cosme e Damião.

São Cosme e Damião são venerados como padroeiros dos médicos e farmacêuticos. Por causa da sua simplicidade e inocência, são invocados também como protetores das crianças.

Como acontece com tantos outros santos, a vida dos santos gêmeos está mergulhada em lendas misturadas à história real. Segundo algumas fontes eles eram árabes e viveram na Silícia, às margens do Mediterrâneo, por volta do ano 283. Praticavam a medicina e curavam pessoas e animais, sem nunca cobrar nada.

O culto aos dois irmãos é muito antigo, havendo registros sobre eles desde o século 5, que relatam a existência, em certas igrejas, de um óleo santo, que lhes levava o nome, que tinha o poder de curar doenças e dar filhos às mulheres estéreis.

Sempre confiantes em Deus, oravam e obtinham curas fantásticas. Também foram chamados de "santos pobres". Muitos esforços foram feitos para demonstrar que Cosme e Damião não existiram de fato, que eram apenas a versão cristã dos filhos gêmeos pagãos de Zeus. Isto não é verdade, embora haja evidências de que a superstição popular muitas vezes fez supor haver em seu culto uma adaptação do costume pagão.



Na Linha das Crianças ou Linha de Cosme, Damião e Doun - este sempre esquecido, e é tão importante, porque trás o equilíbrio.

Segundo José Francisco Holwat Gusmão, vendedor de artigos de Umbanda e Candomblé do Rio de Janeiro, Doum surgiu por coincidência, seria uma lenda. A estória que ele conta é a seguinte:

No princípio ele vendia ervas, produtos animais e velas num tabuleiro próximo à estação. Ao melhorar os negócios,resolveu estabelecer-se, adquirindo as instalações de uma joalheria falida das imediações.

Em uma das vitrines, ele passou a expor os santos comemorados naquele mês. Um garoto que trabalhava com ele, ao arrumar as imagens separadas de São Cosme e São Damião, deixou cair uma e que se quebrou, então ele teve a idéia de colocar a imagem restante junto a uma outra de tamanho maior.

As pessoas, que já tinham por costume chamar aos dois santos de "dois-dois", ao verem a arrumação da vitrine, perguntavam-lhe: quem é o baixinho no meio dos "dois-dois"? E o garoto respondia: "no meio dos dois-dois, só pode ser o doum".

E assim as pessoas se encarregaram de perpetuar essa figura exclusiva da Umbanda que representava uma criança.

Segundo outra versão, os negros chamavam Doum ao filho gerado e nascido depois de um parto de gêmeos.

Segundo a lenda africana, os orixás-crianças são filhos de Iemanjá, a rainha das águas e de Oxalá, o pai de toda a criação. Outras tradições atribuem a paternidade dos mabaças (gêmeos) a Xangô, tanto que a comida servida aos Ibejís ou Erês, chamados também carinhosamente de “crianças” é a mesma que é oferecida a Xangô, o senhor dos raios, o caruru.

Uma característica marcante na Umbanda em relação às representações de São Cosme e São Damião é que junto aos dois santos católicos aparece uma criancinha vestida igual a eles. Essa criança é chamada de Doúm ou Idowu, que personifica as crianças .

Existem poucas informações sobre Doum, mas nos trabalhos as Entidades costumam falar de sua importância, para não ser esquecido, pois trás muita confusão, quando o é esquecido. Ele representa o equilíbrio.

O fato de serem gêmeos, está associado à dualidade da vida, como por exemplo: a alegria e a tristeza, o masculino e feminino, o fim e o recomeço, etc. A sua correspondente dualidade se prende ao fato de que já conviveram juntos mesmo antes de nascerem e se apresentam sob o aspecto humano de "duas" crianças. Estes Orixás protegem os seres vivos no início de seu desenvolvimento. Sua vibração determina o equilíbrio entre os opostos, o que dá como resultante a plenitude da vida.

Os filhos de Ogum são a presença mais alegre da Umbanda. A presença das crianças na Umbanda traz renovações e esperança, reforçando a natureza pura e ingênua dos seres humanos. É a linha que mais cativa as pessoas, pelo ar inocente que traz na face do médium. Aliás essa linha é fácil de perceber a incorporação pois o semblante da pessoa fica suave, sua voz mais fina e sempre com aquele ar de criança.

Por sua natureza e pelos padrinhos da linha A linha de Cosme e Damião também traz a cura para os males do corpo e do espírito, além de darem proteção e benção extra as crianças. Podem aparecer no decorer do ano, mas o seu dia de comemoração acaba virando uma grande festa de aniversário, onde tem bolo, bexigas, doces e refrigerante, não faltando é claro o "Parabéns à você", este dia é comemorado no dia 27 de Setembro.

Segundo o calendário da Igreja Católica, estes santos são homenageados em 26 de setembro, mas a população festeja o dia 27 de setembro, por ser essa a data de inauguração da basílica em sua homenagem, feita pelo Papa Felix IV.

Ibeijada




Uau...que lindo! Veja quanto balão colorido...E quantos amiguinhos tem aqui!!!

-Os olhos da menina brilhavam ao entrar naquele ambiente onde fora conduzida durante o coma, por seu amigo protetor. Enquanto seu corpo inerte sobre o leito hospitalar, acoplado a vários aparelhos, mantinha uma vida quase artificial, em corpo espiritual foi retirada daquele ambiente triste, para que pudesse receber auxílio junto a um terreiro de Umbanda onde se realizava uma festa de Ibeijada.

-Tio, quero aquele balão...me dá um pirulito? Posso tomar guaraná?

Milena, ali naquele local não aparentava mais a menina depressiva e triste que há vários dias adoecera e simplesmente desistiu de querer viver, por isso entrou em inanição, chegando ao coma. Cansada de maus tratos pela mãe adotiva e sem ter a quem se socorrer, resolveu que queria morrer quando ainda não tinha 6 anos de idade.

Agora Milena, entre as crianças encarnadas que se aglomeravam em meio aos Ibejis e todos aqueles doces e refrigerantes, sorria feliz. Estando em corpo espiritual, não podia ser vista pelos encarnados, porém ela percebia nitidamente, não só os médiuns que recebiam os espíritos chamados de Ibejis, como também os próprios espíritos acoplados a estes. Depois do primeiro instante de fascinação, a menina passou a observar cada um daqueles “amiguinhos” que se diferenciavam pela luz e beleza.

-Que menina linda vem nos visitar – falava Mariazinha, receptiva e sorridente.

-Oi, quem é você?

-Me chamo Mariazinha e gostaria de te ajudar. Me contaram que anda tristinha...querendo morrer.

-É...foi o tio que te contou?

-Também...

-Ah, amiguinha...agora eu não estou mais triste pois o tio me trouxe aqui onde tem muitas crianças, doces e todos esses balões...tem até bolo de aniversário. Eu nunca ganhei um, sabia?

Hum, então vou te servir um pedação deste bolo gostoso que tem o poder de devolver a alegria e o doce a todos os corações tristes e amargurados. Milena agora se deliciava com o bolo ( cópia energética do existente no plano material) o que a levou a adormecer em corpo astral e, ali mesmo, no ambiente espiritual do terreiro, em departamento específico para estes tratamentos, foi levada a relembrar através de seu mental de vida pretérita onde plantou essa colheita dolorosa, bem como de seu comprometimento antes da atual reencarnação. Isso era possibilitado pelo fato de estar ali, naquele corpinho infantil, um velho espírito endividado com as Leis. Antiga freira, responsável por orfanato que acolhia órfãos, usou de sua autoridade e amargura para maltratar e por vezes escravizar as pobres crianças que eram a ela destinadas pela igreja. De maneira amorosa, aquele espírito que se fazia também infantil durante a Ibeijada, juntamente com o “tio”- protetor de Milena – agora a faziam relembrar bem como imantavam a nível cerebral essa lembrança que serviria para que, quando acordasse no corpo físico e pela necessidade de ressarcir as dívidas contraídas, sentisse mais alegria e vontade de viver, prosseguindo sua jornada encarnatória tão necessária para reajuste daquele espírito. Enquanto a festa no terreiro prosseguia alegre, com os Ibejis curando e brincando com a meninada, Milena foi levada de volta ao seu corpo físico. Muitas coisas agora se diferenciavam a nível mental, emocional e energético que seriam repassadas ao seu corpo físico bastante debilitado. No dia seguinte, ao amanhecer as enfermeiras constataram que Milena recuperava seus sinais vitais, não necessitando mais ficar ligada aos aparelhos, para em breve já voltar a se alimentar e sorrir. Sua saída do hospital era aguardada por uma “tia” do Conselho Tutelar que a levaria até um abrigo infantil. Sua mãe perdera a guarda da menina. De agora em diante, sua rotina seria assim, alternando-se entre algumas tentativas de adoção e sua volta aos abrigos, até que na adolescência um casal estrangeiro lhe possibilitaria a chance de ter um lar e se profissionalizar.

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A Linha das Crianças que atua na Umbanda, denominada de Ibeijada , Yori ou Cosme e Damião é trazida ao plano terreno através da irradiação dos médiuns, pelos protetores que em forma plasmada de crianças e agindo como tal, se apresentam no terreiro brincando e distribuindo alegria aos consulentes. Espíritos portadores de grande sabedoria e elevação, através das brincadeiras infantis, possibilitam dessa maneira, que as pessoas afrouxem seu emocional, liberando para que eles atuam a nível energético. Oferecem doces que contém já a energia necessária e que vai agir, de certa forma, como um remédio. Relembrando as palavras de Jesus: - Deixai vir a mim as criancinhas, pois delas é o reino dos céus – que nada mais significava do que a pureza de que se revestem ainda as crianças, tão necessária ao nosso aprendizado adulto. A sua facilidade natural em esquecer ofensas como também em manifestar suas emoções, sem máscaras. Nas festas ou giras de Ibeijada, além dos consulentes encarnados, a espiritualidade aproveita para trazer muitos outros em desdobramento do sono ou que se encontram em coma, para receber o auxílio a nível energético. Além ainda, do grande número de espíritos desencarnados e que se acham ainda adoentados, principalmente a nível emocional. Portanto a festa é total e completa. Uma festa de alegria, de cura, de transformação. E assim, através de Mariazinhas, Joãozinhos, Cosmes e Douns, no meio de balas de côco e brincadeiras, nossos sábios protetores e guias nos permitem a ajuda evolutiva de que tanto carecemos.

Salve a Ibeijada!

Contada por Vovó Benta

Reencarnação



A reencarnação é o retorno da alma à Terra, repetidas vezes, no corpo humano. Somente essa doutrina explica a aparentes injustiças da vida. É a verdade eterna.
Na sucessão dos nascimentos, o homem adquire experiência e conhecimento acerca de si mesmo e do seu destino. Pela reencarnação aprende-se que “o homem colhe aquilo que semeia”.
Toda vida é eterna. A lei da justiça é infalível. Não há um pensamento, uma palavra ou uma ação que não tenha o seu eco. Para possuir, dê. Você tem de saber disso. O homem cria as causas e a lei cármica ajusta os efeitos. Você tem liberdade de escolher entre o bem e o mal.
Portanto, o melhor esforço está no aperfeiçoamento próprio. É isso que importa, afinal de contas? A instrução é o tesouro da alma. Mas, que aproveita ao homem possuir um tesouro e não usa-lo em boas ações?
O desenvolvimento da nossa acuidade espiritual faz brilhar a luz dentro de nós. Não basta ao homem espiritualizar-se. Ele deve aplicar e demonstrar a sua espiritualização. Viver é dar.
Deus enviou-nos, a cada um de nós, para ser um trabalhador do Seu Reino. O fruto da cultura é semeado em obras para a generosidade de Deus no mundo.
De outro lado, o conhecimento é como a semente; a que cai no coração aberto, produz o fruto da perfeição.
Se a nossa fé em Deus for suprema, Deus retribui na mesma medida.
A justiça o exige e, assim, o entendemos. Destinamo-nos à felicidade aqui ou além se, acima de tudo, proporcionarmos felicidade ao nosso semelhante.
Essa é a lei de causa e efeito – renascimento.
De que serve o conhecimento inativo?
Dê amor à Humanidade e Você receberá amor, em todas as suas manifestações.
Todo ser humano é rodeado de oportunidades sem fim e de infinitas possibilidades. A lei cármica retribui a você do modo como você a recebe. Procure conhecer-se e praticar as boas ações sempre.
Experimente.



Ernest O’Brien
(Nova Iorque, N.I., E.U.A, 14, Julho, 1965.)
Mensagens Recebidas em Língua Inglesa, tradução de Hermínio Corrêa de Miranda
(Do livro "Entre Irmãos de Outras Terras", Emmanuel, Francisco C. Xavier e Waldo Vieira)

O caso de Reencarnação




O Caso de Reencarnação mais estudado atualmente.
Na Segunda Grande Guerra, em missão ao longo do Pacífico, um piloto da Marinha americana foi abatido pela artilharia japonesa. Seu nome poderia ter sido esquecido e sua memória não passaria de uma cruz a mais no "Memorial dos Heróis de Guerra", em Washington, de não fosse pelas desconcertantes memórias de um menino chamado James Leininger. Filho único, James, à época com apenas 2 anos, começou a ter pesadelos quase todas as noites e acordar seus pais aos berros, debatendo-se em agonia, gritando frases como: "O avião está em chamas!" A partir de então, o pequeno James passou a transmitir informações detalhadas não apenas em seus pesadelos mas também desperto, enquanto brincava e desenhava, no dia-a-dia da família. Mostrava um conhecimento sobre aviões que jamais lhe havia sido transmitido, passou a revelar nomes e sobrenomes, dados geográficos e até mesmo o que (descobriram mais tarde) seria a designação de um porta-aviões da 2ª Guerra Mundial. Como James poderia deter tantas informações se ainda não estava em idade escolar? Seriam lembranças de situações vividas pelo menino que seus pais desconheciam? Seriam memórias de uma vida passada? Seria mesmo a reencarnação uma hipótese a ser considerada?

Muito poucas pessoas -- incluindo aqueles que conheceram piloto -- acreditam que James é o soldado reencarnado. Seus pais, Andrea e Bruce, naturalmente céticos, provavelmente eram as pessoas menos susceptíveis a acreditar em tal história. Mas ao longo do tempo, foram convencidos pelas evidencias de que seu filho teve uma vida anterior. Segundo eles, James precocemente demonstrou interesse por aviões (nada surpreendente para um menino americano). Mas quando completou dois anos, passou a ter pesadelos regulares e acordar gritando, pedindo socorro. Andrea diz que a mãe dela foi a primeiro a sugerir que James estava lembrando uma vida passada.
Certa vez, Andrea comprou-lhe um avião de brinquedo e mostrou ao filho o que parecia ser uma bomba na sua parte inferior. Ela diz que James a corrigiu, revelando o nome técnico do equipamento. Foi justamente quando os pesadelos pioraram, ocorrendo de três a quatro vezes por semana e Andrea decidiu estudar o trabalho da consultora e terapeuta Carol Bowman (autora de "O Amor me trouxe de volta"), que acredita que os mortos, não raro, renascem. Com a orientação de Bowman, eles começaram a incentivar James para compartilhar suas memórias e imediatamente os pesadelos começaram a tornar-se menos frequentes. James também começou a falar mais facilmente sobre seu passado, o que, segundo a autora, é comum em crianças até os cinco anos de idade. "Eles não tiveram o condicionamento cultural ou experiência suficiente nesta vida", disse ela.
Ao longo do tempo, o menino revelou detalhes sobre a extraordinária vida de um ex-combatente -- principalmente na hora de dormir, quando ele estava sonolento. Dizem que o James disse que o avião tinha sido atingido por japoneses e caiu. Contou também detalhes sobre missões, equipamentos utilizados por um avião tipo Corsair, sobre o porta-aviões do qual arrancou a partir ("Natoma") e o nome de alguém que voou com ele ("Jack Larson"). Após alguma investigação, Bruce descobriu que "Natoma" e Jack Larson eram reais. O "Natoma Baía" foi um pequeno porta-aviões, utilizado no Pacífico durante a Segunda Guerra; e Larson estava morando em Arkansas. A partir de então, desvendar esta história se tornou obsessão de Bruce, pai de James. Ele passou a pesquisar na Internet, consultar registos militares e entrevistar homens que serviram a bordo do "Natoma Baía".
Seu filho disse que tinha sido "abatido" em Iwo Jima. James também havia assinado um de seus desenhos da infância com a inscrição "James 3." Bruce logo descobriu que o único piloto da esquadra morto em Iwo Jima foi James M. Huston Jr e que sua aeronave tinha recebido uma rajada de balas no motor. Tais informações foram confirmadas por outro piloto, Ralph Clarbour, que fazia a retaguarda naquela operação de guerra e que pilotava ao lado de James M. Huston Jr. durante uma incursão perto de Iwo Jima, em 3 de março de 1945. Clarbour disse que o viu o avião do companheiro ser atingido por fogo antiaéreo. "Eu diria que ele foi atingido na cabeça, bem no meio do motor", disse ele.
Com tantas evidências, os pais passaram a acreditar que seu filho teve uma vida passada em que ele era James M. Huston Jr. "Ele voltou porque deve terminar alguma coisa, a qual desconhecemos." Mas Paul Kurtz, Professor da Universidade Estadual de Nova York em Buffalo, que dirige uma organização que investiga alegações paranormais, diz que os pais se "auto-enganaram". "Eles são fascinados pelo misterioso e eles construíram um conto de fadas", defende. Com o passar dos anos, as lembranças de James começam a desvanecer-se, mas sua paixão por aviões persiste."Ele parece ter experimentado alguma coisa que eu não acho que seja única, mas a forma como lhe foi revelado é bastante surpreendente", observa Bruce.
Apesar dos céticos, este tem sido considerado o caso mais documentado de reencarnação já estudado e a história é tão atraente que virou livro: "A Volta" (Editora BestSeller, 320 pág.) , escrito a seis mãos pelos pais Bruce Leininger e Andrea Scoggin Leininger e pelo romancista Ken Gross.

sábado, 4 de setembro de 2010

Oração dos quatro elementos da natureza



ORAÇÃO DOS QUATRO ELEMENTOS

Faço meus apelos nesta oração, com muita fé e amor, a querida Santa Sara Kali, protetora do Povo Cigano, a Rainha Cigana do Povo do Oriente e a todos os benditos espíritos de luz no templo da tribo cósmica.

Peço com toda a força do meu coração aos nossos protetores, que a energia poderosa da natureza representada pelos quatro elementos (fogo, água, ar e terra) tome conta da nossa casa, do nosso trabalho, do nosso corpo, da nossa mente, de nossas emoções e anseios.

Cubram-nos com grande proteção e nos abençoe.

Que o fogo seja a demonstração viva do amor, da união, do calor humano e da harmonia que deve nos ligar por toda nossa existência.

Que a água, fonte cristalina de bênçãos, lave e limpe nossas vidas e nos livre de toda carga negativa que possa interferir em nosso comportamento e atitudes para conosco mesmos e nossos semelhantes.

Que o ar nos traga o sopro mágico da vida e renove a cada dia as nossas energias físicas e a nossa saúde.

Que a terra seja o nosso símbolo de prosperidade, renovando-se sempre, para que possamos semear e colher todos os seus frutos benditos para nossa tranqüila sobrevivência.

Salve a magia, a forca e a Luz do Povo Cigano!

Oração para uma Cigana




ORAÇÃO PARA UMA CIGANA


És uma linda flor que desabrocha no amanhecer és um espírito de luz

És a lua que clareia nossas mentes para que possamos dar um conselho na hora certa.

És o espírito que nos dá força para superarmos todos os nossos obstáculos.

És a estrela brilhante que ilumina nossas vidas neste planeta Terra.

És um espírito maravilhoso que à noite vigia nossos sonhos, impedindo a aproximação de espíritos maléficos

Cigana, com tuas fitas coloridas, estás sempre transmitindo a força do arco-íris.

Sempre que o aflito te invocar, possas transmitir-lhe a energia da paz, da harmonia e da consolação.

Que, ao olhar a chama de uma vela, possamos sentir a tua presença.

Que, ao tocar um cristal, possamos sentir a tua energia positiva.

Que, ao sentir o aroma de violetas, possamos sentir que estás nos confortando.

Cigana, cobre-nos com tua saia colorida, escondendo-nos dos invejosos e mostrando a eles que o caminho não é esse.

Cigana encantada, que nesta hora possamos sentir segurança, paz e felicidade.

Com teu encanto, encanta coisas boas para que os nossos caminhos não tenham obstáculos.

Desencanta todas as perturbações que existam nos lares, Cigana, cura aqueles que estejam doentes do espírito, da alma, da matéria,

Com o poder do Pai-Sol

Com o poder da Mãe- Terra,

Nós te pedimos que nossos pedidos sejam atendidos.

Por Santa Sara, a padroeira dos ciganos, e por todos os espíritos ciganos que viveram e sofreram nesta Terra, nesta corrente de fé, Cigana.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Nosso Lar



Nosso Lar - A Cidade Espiritual
O Relato de existência da cidade conhecida como Nosso Lar foi fornecido pelo espírito André Luiz a Chico Xavier, e se destaca como uma das narrativas mais complexas do mundo espiritual.Uma das mais conhecidas comunicações sobre a vida após a marte surgiu nos relatos o espírito André Luiz ao médium Chico Xavier no Livro Nosso Lar. Ele se refere à existência de uma cidade completa, no plano espiritual, além de uma região que ficou conhecida como Umbral. Esse plano espiritual se situa próximo à crosta terrestre e, nele, o espírito continuar possuindo as sensações físicas próprias da vida terrestre, como alterações de temperatura, fome, sede, dificuldade em respirar etc. Ali é possível comer e beber como fazia quando estava na terra.André Luiz comunicou que, quando se encontrava no Umbral, sentia sono e tentava dormir, mais era acordado por seres monstruosos – “ seres animalescos que passavam em bandos”, e que o acusavam de ter se suicidado, afirmação, a seu ver, incorreta, mas que, mais tarde, entendeu ter sua verdade uma vez que o tempo que ele poderia ter vivido na Terra foi encurtado devido aos excessos que cometera aqui. Nesse lugar, o espírito André Luiz viu loucuras, risos exagerados, gritos desesperados, e fez de tudo para sair dali. Vendo-se preso em um lugar sombrio, ele pediu ao “ Supremo Autor da Natureza” pois não era seguidor de qualquer religião em vida que o ajudasse. Assim conseguiu enxergar entidades prontas para auxiliá-lo, constatando que a fé uma manifestação divina do homem. Posteriormente, soube que existiam cachorros e aves de corpos volumosos (íbis viajores) pássaros devoradores de formas mentais perversas, que ajudavam no transporto dos espíritos para fora do Umbral.André foi levado a um lugar muito parecido com os hospitais da Terra. Lá, foi acolhido por Clarêncio, um homem que se apoiava em um cajado de substância luminosa. Pode então entender que as vaidades da experiência humana mataram seu corpo físico, sendo, pois, considerado um suicida. Depois, ficou sabendo que o hospital onde estava era apenas um dos muitos que havia naquele lugar, todos com a finalidade de tratar os males que as pessoas traziam de suas vidas anteriores, assim como curar os males causados por sua próprias ações na sua última vida.Ele verificou que sua percepção visual e auditiva era muito maior. Clarêncio lhe explicou que o Sol assim como a Lua e as estrelas, que ali iluminava, era o mesmo que iluminava a Terra, pois o lugar estava situado em esferas espirituais vizinhas ao nosso planeta. André estava em Nosso Lar, uma espécie de cidade espiritual. Ao longo da narrativa, esse local é descrito de forma detalhada,assim como os acontecimentos e sensações pelos quais esse espírito passou. Para a recuperação inicial de sua alma, após ter passado oito anos, segundo o calendário da Terra, na escuridão do Umbral ele é examinado por um médico e recebe caldos, água portadora de fluidos divinos e passes magnético. Tudo que é relatado é semelhante a uma via absolutamente normal além da morte, porém as vibrações do ambiente são outras. Há vibrações de paz e alegria por todos os lados, e a renovação das energias é feita essencialmente através da natureza. Grandiosos edifícios, espaços regulares e ordenados, formas diversas, casinhas cercadas de muros de hera, parques, animais domésticos, e todos os lugares repletos de muito vede; assim é descrito o nosso Lar. Há, ainda grandes fábricas de preparação de sucos, de tecidos e artefatos em geral, que dão trabalho a mais de cem mil criaturas. A ordem dessa “zona de transição” procede do mundo superior, sendo coordenada por um governador. O governador, que em 1939 ano em que André Luiz é acolhido em Nosso Lar, completava o 114º aniversário de sua direção, conta com mais de três mil funcionários na administração da Governaria, tendo mais de seis ministérios. Os espíritos que habitam o Nosso Lar, aprenderam a prática da divisão das tarefas administrativas em departamentos espirituais, por meio de visitas aos serviços da alvorada, uma das colônias espirituais mais importantes que os circunvizinham.Cada ministério é auxiliado por doze ministros. O Ministério do Auxílio é responsável por atender os doentes, ouvir e selecionar as preces, preparar reencarnações terrenas, socorrer as almas que se encontram no Umbral e as que choram na Terra, os Ministérios da Regeneração, da Comunicação e do Esclarecimento entre outras coisas cuidam, respectivamente, da regeneração das almas, da comunicação de Nosso Lar com a Terra e com o plano superior, e do esclarecimento da vida. Os Ministérios da Elevação e o da União Divina possuem uma estreita ligação com o plano superior e realizam os serviços mais sublimes.A Governadoria se encontra no centro da praça principal dessa cidade espiritual e é a partir dela que estão distribuídos os outros seis ministérios, de forma triangular.Segundo André Luiz o Nosso lar é apenas uma das muitas colônias espirituais existentes. Cada uma apresenta particularidade essenciais e permanece em graus diferentes de ascensão, tal como aqui na Terra, onde há sociedade bem diferentes. Essa colônia, particularmente, é uma antiga fundação de portugueses desencarnados no Brasil no século16. Esses portugueses se tornaram missionários da criação do Nosso Lar.André ouviu inúmeras histórias por lá, contadas por moradores mais antigos. Uma delas é sobre a alimentação na cidade, que antigamente dava brechas para a sustentação de vícios terrenos. Os alimentos terrenos eram adquiridos no Umbral, dessa forma, os espíritos que ali se encontram viam uma abertura para chegar ao Nosso Lar. A cidade acabou sofrendo uma tentativa de invasão pelas multidões obscuras, obrigando a Governadoria a reduzir a alimentação à inalação de princípios vitais da atmosfera, através da respiração e de água misturada a elementos solares, elétricos e magnéticos seguindo as Leis da Simplicidade.A água utilizada ali tanto como alimento quanto como remédio vem do Bosque das águas, ela é mais tênue e pura que a da Terra, quase fluida, pois a densidade é diferente. Sua magnetização e distribuição são feitas pelo Ministério da União Divina, sendo essa atividade um dos únicos serviços materiais exercidos por ele. Há também o Serviço de Trânsito e de Transporte, que age como o serviço de trânsito daqui da Terra, porém, com um meio de transporte muito diferente: o aerobus, que é um grande carro aéreo, suspenso do solo a uma altura de mais ou menos cinco metros, e que pode transportar muitos passageiros com grande velocidade. Segundo André, ele é constituído de material muito flexível, é bastante extenso e parece estar ligado a fios invisíveis, em virtude do grande número de antenas que se localizam na parte de cima podendo ser comparado em nosso planeta, a um funicular (transporte utilizado em aclives e declives fortes, com a tração funcionando por meio de cabos). Há lugares também reservados para a educação, estudos e conferências: são chamados “salões verdes”. Eles de localizam nos parques do Ministério do Esclarecimento, dentro de um castelo de vegetação em forma de estrela. Os moradores do Nosso Lar acreditam que os estudos formam a base justa para a resolução de problemas e que, com os espíritos reunidos, compartilhando opiniões e experiências, são capazes de tomar decisões sem se converterem a opiniões pessoais. Já recuperados e mais bem disposto, André sai do hospital e se instala na casa da família espiritual do amigo e auxiliar de sua recuperação, Lísias. Ali, aprende a valorizar ainda mais o lar através dos ensinamentos da mãe de Lísias. O lar na Terra é muito semelhante ao Nosso Lar, ou melhor, como é dito a André: “o lar terrestre é que , de há muito, se esforça por copiar esse instituto doméstico”. Porém, os casais terrestres muitas vezes se deixam ser invadidos pelos ciúmes,pelo egoísmo e pelas vaidades pessoais, deixando para trás o sentido real do lar. D. Laura, a mãe de Lísia, explicou a André que “ o lar é como um ângulo reto nas linhas do plano da evolução(...) O lar é o sagrado vértice onde o homem e a mulher se encontram para o entendimento indispensável”. Diz também que nele as pessoas devem se unir espiritualmente antes que corporalmente, e viver com todo o coração e com toda a alma. O casamento espiritual é realizado através da combinação vibratória, da afinidade máxima, não uma união que vai se desgastando com o tempo, como ocorre muitas vezes na Terra, O nosso Lar defende o equilíbrio através do amor e, a partir desse sentimento, homens e mulheres realizam suas funções e compartilham experiências. André, em meio de tantos ensinamentos e com a disposição renovada, começa a sentir necessidade de voltar a trabalhar era médico na Terra, E como quando alguém deseja algo ardentemente, já se encontra a caminho da realização, ele foi aceito no auxílio aos enfermos, não como médico, pois ainda não poderia ocupar tal função em Nosso Lar, mas como um aprendiz. O trabalho nessa cidade é tal qual na Terra. Existe uma jornada de trabalho, com descanso obrigatório. O pagamento, evidentemente, não é nada material como em nosso mundo, mas uma espécie de experiência em determinada área, o que auxilia no crescimento do espírito. Ganha-se também o bônus-hora, uma ficha de serviço individual que funciona como valor aquisitivo. A produção de vestuário e alimentação pertence a todos em comum, assim como o engrandecimento do patrimônio; os que trabalham adquirem direitos justos, o que lhes permite escolher o que querem usar e aonde querem rir. A propriedade é relativa, e sua aquisição é feita à base de horas de trabalhos. As construções representam patrimônio comum nessa cidade, sob o controle da Governadoria. Cada família espiritual pode adquirir somente um lar, apresentando 30 mil bônus -hora, o que pode ser conseguido com algum tempo de trabalho. Os trabalhos manuais, pesados ou com sacrifícios pessoais tem seu reconhecimento multiplicado, diferentemente da Terra. André é informado que, muitas vezes, os milionários terrenos são mendigos da alma, pois o verdadeiro ganho para as criaturas é de natureza espiritual. Os bônus-hora podem ser gastos, porém no Nosso Lar é mais valioso o registro individual da contagem de tempo de serviço útil, que confere aos trabalhadores o direito a título preciosos; quanto maior for esse número, mais intercessões poderão ser feitas por essa criatura em relação à elevação e defesa da alma. A herança nessa cidade é apenas a do lar, nunca a bônus-hora. André explica que dessa cidade não se ouvem vozes da Terra; as transmissões são feitas através de forças vibratórias mais sutis que as da esfera da crosta – ás vibrações do pensamento. Ele fica sabendo que, no início da colônia, as vozes terrenas podiam ser ouvidas; porém, boatos assustadores e problemas perturbavam as atividades em geral, provocando muita indisciplina em Nosso Lar. Para manter a ordem, há dois séculos, um dos ministros da União Divina havia pedido que algumas atitudes fosse tomadas para melhorar a situação, valendo-se dos ensinamentos de Jesus, que manda os vivos enterrar seus mortos e, desde então, a comunicação passou a ser à base de vibrações. O esforço de cada um em seu trabalho contribui para as vibrações de paz dentro dessa colônia e, em geral, depois de certo tempo de serviços e aprendizado, os espíritos voltam a reencarnar para atividades de aperfeiçoamento. Nessa cidade espiritual também existe uma seção de arquivos onde estão guardados anotações particulares de cada um – as lembranças. Conforme o espírito desenvolve segurança em si mesmo, são permitidas as lembranças de outras vidas. André é avisado de eu essas lembranças apenas informam, sendo necessário, para o conhecimento profundo de seu espírito, muita meditação e passes no cérebro, que ajudariam a despertar energias adormecidas. Segundo relatos de André, a morte do corpo não conduz o homem a situações miraculosas. O espírito está constantemente em processo evolutivo e, portanto, passará por inúmeros planos e pelas múltiplas regiões para os desencarnados, obedecendo a princípios de desenvolvimento natural e a uma hierarquia considerada justa. E é imprescindível o reconhecimento de apenas um Deus. Em certos momentos do relato de André Luiz há uma crítica às igrejas e aos sacerdotes políticos, justificando que, sem o sopro divino, as personalidades religiosas não serão capazes de inspirar respeito, admiração, fé e confiança em seus seguidores. O Espiritismo, sendo uma religião que une o amor às ciências do espírito, surge e cresce como uma esperança e um consolo para a humanidade. Dentro dessa doutrina, o espírito é tratado como um núcleo irradiante de forças que criam, transformam ou destroem, exteriorizadas em vibrações que a ciência terrestre ainda não é capaz de compreender. Segundo os moradores da colônia espiritual, quando desencarnados, os espíritos que não tiveram uma preparação religiosa no mundo sofrem dolorosas perturbações (com as que André sofrera nos primeiros anos após a morte de seu corpo físico). Eles ficam presos no Umbral, separados dos homens encarnados pelas leis vibratórias; lá, espíritos semelhantes se agrupam conforme o tipo de vibrações que vivenciam. Em Nosso lar, os espíritos são capazes de se reconhecer e se encontrar. André se encontrou algumas vezes com sua mãe, que continuava intercedendo por ele; reconheceu um homem a quem seu pai prejudicara e teve a oportunidade de pedir perdão; vi uma mulher que fora empregada de sua casa, acabou na vida de prostituição e agora experimentava muito sofrimento e dor. Ele, também, ainda sentia saudade da família terrena, pois como lhe foi explicado, cada organismo espiritual apresenta em si mesmo a história completa das ações praticadas no mundo. Muitas vezes, os que perdem um ente querido na Terra, permanecem com seu pensamento focalizado nesses entes, de forma que acabam prejudicando sua evolução e fazendo-os sofrer com as lembranças. Assim, a esses encarnados são conferidas outras preocupações, para que deixem de pensar no espírito que já desencarnou. André relata a existência de regiões ainda inferiores ao Umbral: as Trevas. Para lá vão as almas que fecham sua percepção, focando apenas em si mesmas, deixando de lado a visão e a compreensão do Deus único, estacionando no tempo e “ sobre-vivendo” em um sono de longos anos, vivendo apenas com as recapitulações de experiências vividas. Ele também fala sobre a existência de fantasmas. Estes são “irmãos da Terra, poderosos espíritos que vivem na carne em missão redentora e podem, como nobres iniciados da Eterna Sabedoria, abandonar o veículo corpóero, transitando livremente por lá”. Eles se diferenciam dos espíritos já desencarnados pelos filamentos pendidos dos braços e um fio da cabeça, e “sobem” ao Nosso Lar em missões secretas. No mundo todo, nas mais diversas épocas, surgiram inúmeros relatos de cidades que se situariam no mundo espiritual, ou numa dimensão paralela, com preferem alguns pesquisadores. No entanto, poucos são tão ricos e impressionante em detalhes quanto o de André Luiz.
Revista: Espiritismo – Ciências Especial